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	<title>Comentários sobre Rogério Covaleski</title>
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	<description>Publicidade, hidridismos, interfaces, cinema</description>
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		<title>Comentário sobre Sobre &#8220;A Origem&#8221; por Glauber Gorski</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=558&#038;cpage=1#comment-616</link>
		<dc:creator>Glauber Gorski</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 01:43:51 +0000</pubDate>
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		<description>Curioso como realmente vi outro filme. Não que &quot;A Origem&quot; não tenha seu valor, mas passa ao largo da experiência onírica possibilitada pelo conteúdo proposto. Com uma premissa não-vendida em seu trailer, o filme entrega outro pacote para o público - como Shyamalan tem feito ultimamente. Com um final previsível e falsamente dúbio (veja quando Cobb usa sua aliança), &quot;A Origem&quot; tem sua nêmesis incutida em seu criador, que flerta com o esplendidamente simples critério de lentes - a maioria 50 mm fixa - com multi-suportes tecnológicos (http://www.imdb.com/title/tt1375666/technical). O arrojo da história consiste em parecer mais complicado do que é a sua diegesis - diegesis que já foi mais bela - mesmo sendo mais simples - como em &quot;A Cela&quot;, &quot;Os 5.000 Dedos do Dr. T&quot; e &quot;Preso na Escuridão&quot;. E o que me incomodou mais foi a insegurança do roteirista com relação ao público - sua subestimação do intelecto da audiência (coisa que seus pares ficcionais, ditados em seu post, não cometeram) está na redundância e no relembrar constante do que está acontecendo/onde está acontecendo/porquê está acontecendo. Insegurança talvez camuflada pelo montador. De qualquer forma é, no mínimo, um bom filme. Bom enquanto inimigo do ótimo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Curioso como realmente vi outro filme. Não que &#8220;A Origem&#8221; não tenha seu valor, mas passa ao largo da experiência onírica possibilitada pelo conteúdo proposto. Com uma premissa não-vendida em seu trailer, o filme entrega outro pacote para o público &#8211; como Shyamalan tem feito ultimamente. Com um final previsível e falsamente dúbio (veja quando Cobb usa sua aliança), &#8220;A Origem&#8221; tem sua nêmesis incutida em seu criador, que flerta com o esplendidamente simples critério de lentes &#8211; a maioria 50 mm fixa &#8211; com multi-suportes tecnológicos (<a href="http://www.imdb.com/title/tt1375666/technical)" rel="nofollow">http://www.imdb.com/title/tt1375666/technical)</a>. O arrojo da história consiste em parecer mais complicado do que é a sua diegesis &#8211; diegesis que já foi mais bela &#8211; mesmo sendo mais simples &#8211; como em &#8220;A Cela&#8221;, &#8220;Os 5.000 Dedos do Dr. T&#8221; e &#8220;Preso na Escuridão&#8221;. E o que me incomodou mais foi a insegurança do roteirista com relação ao público &#8211; sua subestimação do intelecto da audiência (coisa que seus pares ficcionais, ditados em seu post, não cometeram) está na redundância e no relembrar constante do que está acontecendo/onde está acontecendo/porquê está acontecendo. Insegurança talvez camuflada pelo montador. De qualquer forma é, no mínimo, um bom filme. Bom enquanto inimigo do ótimo.</p>
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		<title>Comentário sobre Sobre &#8220;A Origem&#8221; por Covaleski</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=558&#038;cpage=1#comment-615</link>
		<dc:creator>Covaleski</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 22:01:24 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, Demétrio! Também lembra o sábio baiano do rock nacional... ;-p</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, Demétrio! Também lembra o sábio baiano do rock nacional&#8230; ;-p</p>
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		<title>Comentário sobre Sobre &#8220;A Origem&#8221; por Demétrio Iarema</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=558&#038;cpage=1#comment-614</link>
		<dc:creator>Demétrio Iarema</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 15:22:51 +0000</pubDate>
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		<description>Esse final é um conto milenar. Mas sempre me remete à Raul Seixas, não tem jeito...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse final é um conto milenar. Mas sempre me remete à Raul Seixas, não tem jeito&#8230;</p>
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		<title>Comentário sobre El secreto de sus ojos por Glauber Gorski</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=487&#038;cpage=1#comment-328</link>
		<dc:creator>Glauber Gorski</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 14:38:11 +0000</pubDate>
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		<description>Finalmente assisti a obra. Com um resultado dissonante, o filme em si é inevitavelmente original, bem conduzido, com ótimos personagens e atores seguros de seus papéis. Sem esconder - mas muito se esforçando para tanto - Campanella se usa tanto da tecnologia como da decupagem americana para retratar a história. Se assume ruidoso para evitar o confuso fotográfico, as imagens falam mais do que gostariam, por uma simples falta de... simplicidade. Irregular na narrativa, mas com uma montagem consistente, as camadas de leituras sutis são mais convidativas do que a narrativa em si. A questão psicanalítica transborda para que aconteça a construção de uma mitose reversa dos personagens &quot;viúvo/assassino&quot; (cheguei a pressupor, ainda no primeiro Ato, que havia uma relação homossexual escondida entre ambos, e que isso seria revelado à primeira camada, ao final do filme. Isso subjetivamente acaba acontecendo, mas muito sutilmente, muito mais do que deveria.) A ânima, recalcada no personagem Esposito, é o verdadeiro Graal da jornada do herói. Bom filme? Não. Ótimo filme. Mas superestimado. O cinema argentino não difere do nosso verticalmente. E é injusto avaliarmos pontualmente obras cinematográficas para rapidamente indexa-las. E se formos fazer um comparativo correto, devemos olhar - nós e os hermanos - para cima e avaliarmos melhor o cinema espanhol e reconhecermos, ali sim, uma &quot;superioridade cinematográfica. E isso que nem gosto de Almodóvar. =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente assisti a obra. Com um resultado dissonante, o filme em si é inevitavelmente original, bem conduzido, com ótimos personagens e atores seguros de seus papéis. Sem esconder &#8211; mas muito se esforçando para tanto &#8211; Campanella se usa tanto da tecnologia como da decupagem americana para retratar a história. Se assume ruidoso para evitar o confuso fotográfico, as imagens falam mais do que gostariam, por uma simples falta de&#8230; simplicidade. Irregular na narrativa, mas com uma montagem consistente, as camadas de leituras sutis são mais convidativas do que a narrativa em si. A questão psicanalítica transborda para que aconteça a construção de uma mitose reversa dos personagens &#8220;viúvo/assassino&#8221; (cheguei a pressupor, ainda no primeiro Ato, que havia uma relação homossexual escondida entre ambos, e que isso seria revelado à primeira camada, ao final do filme. Isso subjetivamente acaba acontecendo, mas muito sutilmente, muito mais do que deveria.) A ânima, recalcada no personagem Esposito, é o verdadeiro Graal da jornada do herói. Bom filme? Não. Ótimo filme. Mas superestimado. O cinema argentino não difere do nosso verticalmente. E é injusto avaliarmos pontualmente obras cinematográficas para rapidamente indexa-las. E se formos fazer um comparativo correto, devemos olhar &#8211; nós e os hermanos &#8211; para cima e avaliarmos melhor o cinema espanhol e reconhecermos, ali sim, uma &#8220;superioridade cinematográfica. E isso que nem gosto de Almodóvar. =)</p>
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		<title>Comentário sobre Sobre os filmes de Herzog, Marshall e Jackson por Glauber Gorski</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=482&#038;cpage=1#comment-226</link>
		<dc:creator>Glauber Gorski</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 20:06:51 +0000</pubDate>
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		<description>Ah sim, desculpe, achei que escrevia no espaço dedicado para comentários somente para o filme do Jackson. Desconheço as outras obras também. Cage e Marshall não recebem mais meus donativos financeiros há um bom tempo. E pelo visto continuará assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah sim, desculpe, achei que escrevia no espaço dedicado para comentários somente para o filme do Jackson. Desconheço as outras obras também. Cage e Marshall não recebem mais meus donativos financeiros há um bom tempo. E pelo visto continuará assim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Sobre os filmes de Herzog, Marshall e Jackson por Glauber Gorski</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=482&#038;cpage=1#comment-225</link>
		<dc:creator>Glauber Gorski</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 20:04:08 +0000</pubDate>
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		<description>Não vi o filme. Deixarei para uma sessão doméstica. E do livro só li um trecho. Ironicamente é justamente o trecho que fiquei sabendo que não foi filmado - e desse fato surgiram duras críticas sobre o filme, que teria tratado o tema da morte da protagonista de forma leviana, em detrimento da obra literária. Não alimento a discussão que sempre surge sobre adaptações literárias e semelhantes - como também as feitas sobre a nona arte - e prefiro analisar cada obra como um todo, num contexto mais hermético. Fica aqui a semelhança com outro trabalho do Jackson: A Trilogia do Anel. O último capítulo do livro O Retorno do Rei - &quot;O Expurgo do Condado&quot; - também não foi filmado. E era justo esse o capítulo que justificava a longa jornada travada pelos gentis hobbits, que o transformaram em bravos guerreiros, permitindo que assim se tornassem autosuficientes em seus lares. O Retorno do Rei, o filme, desconhece essa passagem, gerando um anticlimax. Curiosa recorrência, não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não vi o filme. Deixarei para uma sessão doméstica. E do livro só li um trecho. Ironicamente é justamente o trecho que fiquei sabendo que não foi filmado &#8211; e desse fato surgiram duras críticas sobre o filme, que teria tratado o tema da morte da protagonista de forma leviana, em detrimento da obra literária. Não alimento a discussão que sempre surge sobre adaptações literárias e semelhantes &#8211; como também as feitas sobre a nona arte &#8211; e prefiro analisar cada obra como um todo, num contexto mais hermético. Fica aqui a semelhança com outro trabalho do Jackson: A Trilogia do Anel. O último capítulo do livro O Retorno do Rei &#8211; &#8220;O Expurgo do Condado&#8221; &#8211; também não foi filmado. E era justo esse o capítulo que justificava a longa jornada travada pelos gentis hobbits, que o transformaram em bravos guerreiros, permitindo que assim se tornassem autosuficientes em seus lares. O Retorno do Rei, o filme, desconhece essa passagem, gerando um anticlimax. Curiosa recorrência, não?</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Livro: Mídia para iniciantes por Geraldo Siqueira</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=414&#038;cpage=1#comment-119</link>
		<dc:creator>Geraldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:30:54 +0000</pubDate>
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		<description>Dizem que o &quot;fruto nunca cai longe do pé&quot;... não me recordo que na manhã de 05/05/1986, quando nasceu Paulo José, tenha tido lá em Pitanga, um &quot;pé-de-vento&quot; muito forte que o desviasse de seu destino... ainda mais creditando parte do conhecimento dele aos docentes -entre os quais o Mestre Covaleski - que o alavacaram para sua profissão, o qual é absolutamente e inarredavelmente apaixonado. 
P.S.: ainda bem que Maria Paula estava bem &#039;emoldurada&#039;...
Abraços,
Geraldo Siqueira (SLZ/MA)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que o &#8220;fruto nunca cai longe do pé&#8221;&#8230; não me recordo que na manhã de 05/05/1986, quando nasceu Paulo José, tenha tido lá em Pitanga, um &#8220;pé-de-vento&#8221; muito forte que o desviasse de seu destino&#8230; ainda mais creditando parte do conhecimento dele aos docentes -entre os quais o Mestre Covaleski &#8211; que o alavacaram para sua profissão, o qual é absolutamente e inarredavelmente apaixonado.<br />
P.S.: ainda bem que Maria Paula estava bem &#8216;emoldurada&#8217;&#8230;<br />
Abraços,<br />
Geraldo Siqueira (SLZ/MA)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre III Jornada de PP por Geraldo Siqueira</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=418&#038;cpage=1#comment-117</link>
		<dc:creator>Geraldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:25:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.covaleski.com.br/blog/?p=418#comment-117</guid>
		<description>Caro amigo Covaleski,

Foi muito gratificante a sua estada aqui em São Luís, bem como frutífera e exitosa foi sua palestra de lançamento do seu livro: &quot;Cinama, pulbicidade, interfaces&quot; que motivou um grupo de debate sobre as produções audiovisuais ludovicenses e a proposição de uma nova mostra de produções oriundas de nossos discentes de PP da Faculdade São Luís. Agradeço novamente a presença, a gentileza e a sua interação com o nosso evento. Abraços fraternos, Prof. Geraldo Siqueira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo Covaleski,</p>
<p>Foi muito gratificante a sua estada aqui em São Luís, bem como frutífera e exitosa foi sua palestra de lançamento do seu livro: &#8220;Cinama, pulbicidade, interfaces&#8221; que motivou um grupo de debate sobre as produções audiovisuais ludovicenses e a proposição de uma nova mostra de produções oriundas de nossos discentes de PP da Faculdade São Luís. Agradeço novamente a presença, a gentileza e a sua interação com o nosso evento. Abraços fraternos, Prof. Geraldo Siqueira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Galeria de fotos: Fnac (06/10/09) por Covaleski</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=368&#038;cpage=1#comment-101</link>
		<dc:creator>Covaleski</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 23:56:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.covaleski.com.br/blog/?p=368#comment-101</guid>
		<description>O Art Lebedev Studio me passou a perna. Plateia atenta é isso aí! O slide já foi atualizado. No livro, só na próxima edição. Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Art Lebedev Studio me passou a perna. Plateia atenta é isso aí! O slide já foi atualizado. No livro, só na próxima edição. Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Galeria de fotos: Fnac (06/10/09) por Glauber Gorski</title>
		<link>http://www.covaleski.com.br/blog/?p=368&#038;cpage=1#comment-100</link>
		<dc:creator>Glauber Gorski</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 17:35:52 +0000</pubDate>
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		<description>Certo, certo.
Você realmente não cita isso na palestra. Mas também não cita uma série de outras coisas. 
Por exemplo, por que não utilizou a imagem da capa do disco e não explana mais sobre o fato? 
Na verdade, olhando mais de perto, só isso já daria um parágrafo a mais na palestra. 
Essa história do retoque photográphico resvala no teu conteúdo, já que per se é um suporte. Ipso facto, uma interface.
Incrusive fiqueis curiousis por outris fotis originalis.
:-:</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Certo, certo.<br />
Você realmente não cita isso na palestra. Mas também não cita uma série de outras coisas.<br />
Por exemplo, por que não utilizou a imagem da capa do disco e não explana mais sobre o fato?<br />
Na verdade, olhando mais de perto, só isso já daria um parágrafo a mais na palestra.<br />
Essa história do retoque photográphico resvala no teu conteúdo, já que per se é um suporte. Ipso facto, uma interface.<br />
Incrusive fiqueis curiousis por outris fotis originalis.<br />
:-:</p>
]]></content:encoded>
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